O PCP realizou recentemente uma visita com a deputada do Parlamento Europeu Ilda Figueiredo ao Bairro da Belavista, constatou-se que os cerca de sete mil residentes em aproximadamente duas mil habitações necessitam de medidas de apoio sejam elas para a reabilitação urbana seja para a inserção social.

 

Jerónimo de Sousa, secretário-geral do PCP, desloca-se na próxima terça-feira, 30 de Março, ao concelho de Palmela.

Às 12h00 participa no almoço-convívo promovido pela célula dos trabalhadores comunistas da Câmara Municipal de Palmela, que terá lugar na colectividade "Os Loureiros".

Às 15h30 contacta com os trabalhadores da Autoeuropa na portaria da empresa.

Ambas as iniciativas se realizam no âmbito da campanha nacional "Com o PCP - lutar contra as injustiças, exigir uma vida melhor".

No dia 25 de Março, quinta-feira, o Programa de Estabilidade e Crescimento vai ser discutido na Assembleia da República. O PCP não só se oporá a este programa de instabilidade, retrocesso social e declínio económico, como apresentará propostas para responder aos graves problemas do país.

Novamente, este ano, o Governo/PS apresenta um Programa de Investimentos e Despesas de Desenvolvimento da Administração Central (PIDDAC) marcado por opções políticas restritivas e de cortes acentuados no investimento público, numa cega submissão ao défice. Esta quebra no investimento público, que no Distrito de Setúbal atinge este ano 80%, em vez de estimular a retoma da actividade económica, vem acentuar a estagnação, potenciar a perda de competitividade das pequenas e médias empresas e adiar a satisfação das necessidades sociais.

No último trimestre de 2008 eclodiu com toda a força a grave crise do sistema capitalista neo-liberal dos nossos tempos. O Estado Português, representado pelo seu executivo do PS, resolveu lançar todos os meios para uma grande acção de capitalização dos mercados financeiros nacionais com o suposto objectivo da sustentabilidade de uma matriz que se encontra muito longe da sua própria resolução, uma vez que Portugal continua refém de politicas económicas globais que se vão conjugando para uma clara aceleração da sua ruína. Todos nos lembramos, claramente, das muitas dúvidas, dos fortes receios e das vastas propostas que o Partido Comunista Português (PCP) lançou na devida altura em que se desenharam internacionalmente as múltiplas aberturas comerciais mundiais. O PCP, tinha a noção clara que estas soluções fariam com que Portugal e o povo Português, na sua maioria, passasse por problemas quase insanáveis. E porquê ?


O Orçamento de Estado e respectivo PIDDAC é um instrumento político fundamental para o desenvolvimento social e económico do País, com repercussões imediatas na vida dos trabalhadores, reformados e populações.

 

Através dele percebe-se que opções políticas o Governo pretende implementar para o ano económico e assim aferir se as necessidades do povo ficam em vias de satisfação, ou, pelo contrário se as agrava, penalizando ainda mais a vida de todos os que têm sofrido as consequências das políticas de direita levadas a cabo pelos sucessivos governos do PS, PSD, com ou sem CDS.

A um posto de trabalho permanente deve corresponder um contrato de trabalho efectivo

A apresentação por parte do Governo do chamado Programa de Estabilidade e Crescimento representa uma verdadeira declaração de guerra aos trabalhadores e ao povo português, uma rendição aos ditames dos mercados financeiros / agências de notação, ao grande capital europeu e ao directório das grandes potências europeias.